sábado, 23 de outubro de 2010

Pedi-te tantas vezes para te afastares de mim, para passares e não falares, para seguires em frente, sem nunca parar do teu lado esquerdo.
Debates-te, negaste ser capaz de o fazer, dizias que eu era o melhor que tinhas encontrado, a melhor pessoal que alguma vez conhecerias ali.
Novamente disse para seguires em frente, eu era uma pessoa partida, só trazia problemas aos que rodeavam…
E tu contestaste…
Voltei a arriscar… não pares… dizia eu…
E tu estacaste.


Aí quem devia ter seguido era eu.


Eu era uma quebra em reconstrução lenta… mas tu… mais uma vez, cessaste para destruir o que já tinha reconstruído…

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

vontade de concretizar sonhos





Em desabafo para ti




Hoje, logo pela manhã cravaste mais uma faca nestas costas e neste coração já por ti tão calejados... foi uma semana assim... começou no domingo com aquela cena ridícula do “esconde, esconde e persegue” e hoje aquela exclusão tão infantil da tua parte!

Tentar apagar-me da tua vida nunca vai apagar a desilusão em que te tornaste.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010


Hoje tenho vontade de ser feliz...

terça-feira, 19 de outubro de 2010




E depois há aquelas pessoas que estão dispostas a dar-te todo o seu amor, tudo que lhes pertence, tudo que são… sem pedir nada em troca…


E aí vês aquilo que já foste e na pessoa que te tornaste.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010


Foi bom voltar aqui ao mundinho blogosferico… partilhar a situação, voltar a ver outros blogs e ver que há muita coisa que acontece todos os dias e que não somos os únicos neste pequeno calhau a sofrer por coisas que não valem a pena.

Existem momentos de pequenas cegueiras, felizmente e após a o nevoeiro passar olhamos outra vez em frente com mais clareza.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Séculos depois... voltei

Ando há algum tempo a tentar voltar a escrever…
Mas não é fácil. A vida muda, nós crescemos e nem sempre conseguimos voltar a ser as pessoas que já fomos.
A vida muda-nos e molda-nos à sua passagem.
Eu própria já não sei bem quem sou. Estou neste momento a tomar atitudes nas quais não me via até há bem pouco tempo. No entanto, chega-se ao cúmulo de pensar como uma criança e dizer para os nossos próprios botões “Se os outros o fazem, porque não?”
É idiota pensar desta maneira, mas quando tudo te foi roubado, literalmente roubado… tudo aquilo que querias oferecer, tudo aquilo que querias acreditar, tudo aquilo que eras, tudo aquilo em que acreditavas, deixas de raciocinar de uma forma normal e passas a agir como o comum dos “não-vivos”.

Não sei se me estou a destruir, se estou a desperdiçar o que de melhor há em mim ou se estou simplesmente a seguir em frente, mas sei que digo ao mundo que estou bem e não estou…