Ando há algum tempo a tentar voltar a escrever…
Mas não é fácil. A vida muda, nós crescemos e nem sempre conseguimos voltar a ser as pessoas que já fomos.
A vida muda-nos e molda-nos à sua passagem.
Eu própria já não sei bem quem sou. Estou neste momento a tomar atitudes nas quais não me via até há bem pouco tempo. No entanto, chega-se ao cúmulo de pensar como uma criança e dizer para os nossos próprios botões “Se os outros o fazem, porque não?”
É idiota pensar desta maneira, mas quando tudo te foi roubado, literalmente roubado… tudo aquilo que querias oferecer, tudo aquilo que querias acreditar, tudo aquilo que eras, tudo aquilo em que acreditavas, deixas de raciocinar de uma forma normal e passas a agir como o comum dos “não-vivos”.
Não sei se me estou a destruir, se estou a desperdiçar o que de melhor há em mim ou se estou simplesmente a seguir em frente, mas sei que digo ao mundo que estou bem e não estou…
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Se há coisa que me deixa fora de mim é quando as pessoas se metem na minha vida.
É que não há paciência!
É por essas e por outras que eu não gosto do sítio onde vivo, prefiro sair para outros lugares onde ninguém me conheça (será isto alguma falha psicológica?). Mas a verdade é que mais que uma vez tenho que mudar de spot para não estar sempre a encontrar gente que fale da vidinha dos outros de uma maneira completamente neurótica e que siga cada passo que uma pessoa dá.
É que não há paciência!
É por essas e por outras que eu não gosto do sítio onde vivo, prefiro sair para outros lugares onde ninguém me conheça (será isto alguma falha psicológica?). Mas a verdade é que mais que uma vez tenho que mudar de spot para não estar sempre a encontrar gente que fale da vidinha dos outros de uma maneira completamente neurótica e que siga cada passo que uma pessoa dá.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Sim estou frustada
Tenho uma colega de trabalho que tem a mania que é incrivelmente competente, que tem sempre razão e que tudo aquilo que ela diz é 100%viável...
Certezas absolutas dão-me náuseas
Certezas absolutas dão-me náuseas
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
É um bocado parvo
quando damos às pessoas que nos rodeiam um certo espaço e uma certa margem de manobra. Tentamos ser liberais e tolerantes, compreender porque são da maneira que são, tentamos compreender porque agem de uma certa maneira, mas depois, estamos também à espera que essas pessoas sejam um pouco mais verdadeiras connosco.
Mas não vale a pena, cheguei a essa conclusão ontem.
Há que pôr um ponto final nisso.
Mas não vale a pena, cheguei a essa conclusão ontem.
Há que pôr um ponto final nisso.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Boas recordações
Há alguns anos que andava à procura desta publicidade da optimus e quando encontrei, depois de várias tentativas, só consegui mesmo, no site oficial da agência de publicidade que o concebeu.
De qualquer maneira boas recordações ficam para sempre, e esta, como diz a Isa, foi um dos marcos da minha adolescência/infância, de quando passava os dias de outono no parque da cidade.
De qualquer maneira boas recordações ficam para sempre, e esta, como diz a Isa, foi um dos marcos da minha adolescência/infância, de quando passava os dias de outono no parque da cidade.
Acabar com o boss
Durante os últimos dias, mais precisamente depois do feriado de terça, anda eu a magicar uma maneira de “acabar” com o meu chefe.
Não é preciso ter medo! Calma! Mas o homem andava a chatear-me demais com a treta do contrato que “eu” fechei para o dia errado.
Andava eu a pensar como poderia reverter a situação e como acabar com aquela atitude insípida e irritante, quando vou ver o tal contrato e me dou conta que não tinha sido eu a fazê-lo! Fiquei lixada e extremamente aliviada.
Tudo isto para dizer… sim com poucos meses de trabalho, já penso como silenciar o meu patrão… será normal?
Não é preciso ter medo! Calma! Mas o homem andava a chatear-me demais com a treta do contrato que “eu” fechei para o dia errado.
Andava eu a pensar como poderia reverter a situação e como acabar com aquela atitude insípida e irritante, quando vou ver o tal contrato e me dou conta que não tinha sido eu a fazê-lo! Fiquei lixada e extremamente aliviada.
Tudo isto para dizer… sim com poucos meses de trabalho, já penso como silenciar o meu patrão… será normal?
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Podia ser... mas não é
Até podia ser um bom dia mas não foi.
Podia ter ido para o trabalho normalmente, mas não fui, tive que chegar mais cedo e ficar à espera das 9 horas.
Podia ter tido uma manhã normal, mas não tive, o Boss veio logo com cenas que reservei um dia que já está lotado.
Podia ter tido uma hora de almoço normal e ter conseguido comprar o meu primeiro presente de natal, mas não! Era tudo extremamente feio!
Podia ter tido um fim de tarde normal, mas não! Fiquei até às 7:45 nos correios à espera de enviar uma encomenda que não chegou a ir.
Podia ser mais corajosa, mas não sou, menos sonhadora e mais realista e não sou, mais sonhadora e menos depressiva e não sou, mais alegre e não sou! Melodepressiva (acho que não existe, mas pronto…), uma junção entre melodramática e depressiva, sim acho que é o que melhor me caracteriza!
Podia ter ido para o trabalho normalmente, mas não fui, tive que chegar mais cedo e ficar à espera das 9 horas.
Podia ter tido uma manhã normal, mas não tive, o Boss veio logo com cenas que reservei um dia que já está lotado.
Podia ter tido uma hora de almoço normal e ter conseguido comprar o meu primeiro presente de natal, mas não! Era tudo extremamente feio!
Podia ter tido um fim de tarde normal, mas não! Fiquei até às 7:45 nos correios à espera de enviar uma encomenda que não chegou a ir.
Podia ser mais corajosa, mas não sou, menos sonhadora e mais realista e não sou, mais sonhadora e menos depressiva e não sou, mais alegre e não sou! Melodepressiva (acho que não existe, mas pronto…), uma junção entre melodramática e depressiva, sim acho que é o que melhor me caracteriza!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Frio, chuva e mantas

Os últimos dias de descanso foram passados assim, entre mantas, pantufas, almofadas, capuchinos e filmes e séries. Desengane-se quem pensa que fiz ponte, porque não! Mas o tempo que me foi permitido descansar foi passado sem pensar muito na vida, porque afinal de contas, continuo a dar de mim muito mais do que é permitido.
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